V Concílio Ecumênico de Constantinopla II (553)

Prova que Jesus falou a um homem sobre a reencarnação em João 3, 1-8


Procure conhecer a história do V Concílio Ecumênico de Constantinopla II (553), e veja o que mudou na bíblia desde então.

"Havia entre os fariseus um, chamado Nicodemos, dos mais importantes entre os judeus. Ele foi encontrar-se com Jesus à noite e lhe disse: "Rabi, bem sabemos que és um Mestre enviado por Deus, pois ninguém seria capaz de fazer os sinais que tu fazes, se Deus não estivesse com ele. Jesus respondeu: "Eu te afirmo e esta é a verdade; ninguém verá o reino de Deus se não nascer de novo". Disse-lhe, Nicodemos: "Como pode nascer um homem já velho? Porventura poderá entrar de novo no seio de sua mãe e nascer?" Jesus respondeu: "Eu vos afirmo e esta é a verdade: se alguém não nascer da água e do Espírito, não poderá entrar no Reino de Deus. O que nasce da carne e carne. O que nasce do Espírito é espírito! Não te admires do que eu disse: é necessário para vós nascer de novo. O vento sopra para onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem aonde vai. Assim é quem nasce do Espírito".

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O que se pode deduzir do texto é que Nicodemos entendeu perfeitamente que era sobre nascer de novo, que Jesus estava falando, sua dúvida ficou apenas como isso poderia ocorrer.

Querem alguns que o nascer da água seja o batismo. Se for por que, então Jesus reafirma: O que nasce da carne é carne; o que nasce do Espírito é espírito. Perfeitamente coerente com o sentido de nascer da água, pois seu significado, à época, era de ser a origem da matéria. Vemos que toda a vida material, dela depende, e, especificamente nós os humanos, além de sermos mais água que carne, ficamos nove meses "dentro d’água" antes de nascermos de novo.

E, como afirmamos anteriormente, esta passagem é causa de longos e polêmicos debates.




Bela mensagem

A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável. O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos. Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira que sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor. Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim. Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra. A vida continua a ter o significado que sempre teve. Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. O que é esta morte senão um acidente desprezível? Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão? Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina. Está tudo bem!

4 comentários:

  1. [96 - página 35] - André Luiz
    A reencarnação sempre foi proclamada pelas culturas religiosas orientais, mesmo antes do Cristianismo. O próprio Cristo falava abertamente da reencarnação, consoante se vê, por exemplo, em Mateus 11:14. Infelizmente, de um modo geral, sempre a verdade, principalmente a religiosa, esteve submetida a caprichos e interesses humanos, muitos destes justificados pela vaidade ou pelo jogo político de poder.
    Assim, Teodora, esposa do imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia que pudesse reencarnar como negra e escrava, por isso pressiona o papa Vigílio, que ascendera ao pontificado pela intervenção do general Belisário, a fim de que fosse excluído o princípio da reencarnação no Catolicismo.
    Era, então, meado do século VI, no ano de 553, quando o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para agradar o Império Bizantino, resolveu abolir tal certeza, cientificamente justificada, substituindo-a pela palavra ressurreição, que ataca toda ordem natural do processo da vida neste planeta.
    A Igreja de Roma rejeita todo o pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores teólogos de todos os tempos, e execra nessa assembléia dos bispos o princípio da reencarnação.

    Houve a mudança da palavra Reencarnação por Ressurreição no 2º Concílio de Constantinopla mesmo, sendo contrário o Papa da Época Vigílio I, nada pode fazer pois o Imperador Constantino I e principalmente sua esposa Teodora exerceram muito poder político para implantar esta modificação. O espírito não se lembra das vidas passadas quando está encarnado, sendo este aprendizado útil para a evolução no mundo espiritual. Como seguidor da Umbanda o mundo Natural é muito mais amplo que esta ínfima parcela que vemos e sentimos. Muita paz, luz e força a todos

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  2. Eu concordo que a reencarnação é uma grande verdade, e sinto muito por alguns amigos de outras religiões não conseguirem enxergar isso. Mas, ainda lhe faltam a maturidade espiritual para aceitarem esse esclarecimento. Paz e luz a todos.

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  4. Uma observação apenas. Eu fico triste porque dentro da grande familia espirita exista também tanta gente discutindo sobre pontos que não cabem discussão. Se uns estão certor por lerem certos livros, ou por serem admiradoras ou não de Chico Xavier, e coisas do gênero. Outro dia vi alguém dizendo que deviam dividir a Doutrina Espírita em duas ou mais porque alguns acham que não se deve falar só em Jesus na Casa Espírita, e outras coisas desse gênero. Não sei como as pessoas conseguem estar diante de tanta luz, e ainda se perderem nas trevas da ignorância, quando não seja orgulho exarcerbado e sentimentos menos nobres que nem eu mesma sei explicar. Abraços a todos e muita luz nessa caminhada e que Jesus tenha ainda muita paciência conosco.

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