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Comparativo, Os Dez Mandamentos, como são e como deveríamos entender


Comparativo, Os Dez Mandamentos, como são e como deveríamos entender, conforme o livro Evolução em Dois Mundos, psicografado por Chico Xavier, do espírito André Luiz.

Eu achei tão instrutivo e tão impressionante que resolvi comparar e fazer uma planilha para agora compartilhar!


Veja no fórum, para baixar esse esquema no formato PDF:





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Conduta Espírita Do Jovem - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier.

DO JOVEM

Moderar as manifestações de excessivo entusiasmo, exercitando-se na ponderação quanto às lutas de cada dia, sem, contudo, deixar-se intoxicar pela circunspecção sistemática ou pela sombra do pessimismo.

O culto da temperança afasta o desequilíbrio.

Anotar a extensão das suas forças, consultando sempre os corações mais amadurecidos no aprendizado terrestre, sobre as diretrizes e os passos fundamentais da própria existência, prevenindo-se contra prováveis desvios.

Invigilância conservada, desastre certo.

Guardar persistência e uniformidade nas atitudes, sem dispersar possibilidades em múltiplas tarefas simultâneas, para que não fiquem apenas parcialmente executadas.

Inconstância e indisciplina são portas de frustração.

Abster-se do mergulho inconsciente nas atividades de caráter festivo, evitando, outrossim, o egoísmo doméstico que inspire a deserção do trabalho de ordem geral.

A imprudência constrói o desajuste, o desajuste cria o extremismo e o extremismo gera a perturbação.

Apagar intenções estranhas aos deveres de humanidade e ao aperfeiçoamento moral de si mesmo.

A insinceridade ilude, primeiramente, aquele que a promove.

Buscar infatigavelmente equilíbrio e discernimento na sublimação das próprias tendências, consolidando maturidade e observação no veículo físico, desde os primeiros dias da mocidade, com vistas à vida perene da alma.

Os compromissos assumidos pelo Espírito reencarnante têm começo no momento da concepção.

“Foge também aos desejos da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor”. — Paulo. (II TIMÓTEO, 2:22)



Conduta Espírita no Lar - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier

NO LAR

Começar na intimidade do templo doméstico a exemplificação dos princípios que esposa, com sinceridade e firmeza, uniformizando o próprio procedimento, dentro e fora dele.

Fé espírita no clima da família, fonte do Espiritismo no campo social.

Calar todo impulso de cólera ou violência, amoldando-se ao Evangelho de modo a estabelecer a harmonia em si mesmo, perante os outros.

A humildade constrói para a Vida Eterna.

Proporcionar às crianças os fundamentos de uma educação sólida e bem orientada, sem infundir- -lhes medo ou fantasias, começando por dar-lhes nomes simples e naturais, evitando a pompa dos nomes famosos, suscetíveis de lhes criar embaraços futuros.

O lar é a escola primeira.

Sempre que possível, converter o santuário familiar em dispensário de socorro aos menos felizes, pela aplicação daquilo que seja menos necessário à mantença doméstica.

A Seara do Cristo não tem fronteira.

Se está sozinho com a sua fé, no recesso do próprio lar, deve o espírita atender fielmente ao testemunho de amor que lhe cabe, lembrando-se de que responderá, em
qualquer tempo, pelos princípios que abraça.

A ribalta humana situa-nos sempre no papel que devamos desempenhar.

Ao menos uma vez por semana, formar o culto do Evangelho com todos aqueles que lhe co-participam da fé, estudando a verdade e irradiando o bem, através de preces e comentários em torno da experiência diária à luz dos postulados espíritas.

Quem cultiva o Evangelho em casa, faz da própria casa um templo do Cristo.

Evitar o luxo supérfluo nos aposentos, objetos e costumes, imprimindo em tudo características de naturalidade, desde os hábitos mais singelos até os pormenores
arquitetônicos da própria moradia.

Não há verdadeiro clima espírita cristão, sem a presença da simplicidade conosco.

“Aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família e a recompensar seus pais, porque isto é bom e agradável diante de Deus.” — Paulo. (I TIMÓTEO, 5:4.)



Conduta Espírita do Médium - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier.

DO MÉDIUM

Esquivar-se à suposição de que detém responsabilidades ou missões de avultada transcendência, reconhecendo-se humilde portador de tarefas comuns, conquanto graves e importantes como as de qualquer outra pessoa.

O seareiro do Cristo é sempre servo, e servo do amor.

No horário disponível entre as obrigações familiares e o trabalho que lhe garante a subsistência, vencer os imprevistos que lhe possam impedir o comparecimento às sessões, tais como visitas inesperadas, fenômenos climatéricos e outros motivos, sustentando lealdade ao próprio dever.

Sem euforia íntima não há exercício mediúnico produtivo.

Preparar a própria alma em prece e meditação, antes da atividade mediúnica, evitando, porém, concentrar-se mentalmente para semelhante mister durante as explanações doutrinárias, salvo quando lhe caibam tarefas especiais concomitantes, a fim de que não se prive do ensinamento.

A oração é luz na alma refletindo a Luz Divina.

Controlar as manifestações mediúnicas que veicula, reprimindo, quanto possível, respiração ofegante, gemidos, gritos e contorções, batimentos de mãos e pés ou quaisquer gestos violentos.

O medianeiro será sempre o responsável direto pela mensagem de que se faz portador.

Silenciar qualquer prurido de evidência pessoal na produção desse ou daquele fenômeno.

A espontaneidade é o selo de crédito em nossas comunicações com o Reino do Espírito.

Mesmo indiretamente, não retirar proveito material das produções que obtenha.

Não há serviço santificante na mediunidade vinculada a interesses inferiores.

Extinguir obstáculos, preocupações e impressões negativas que se relacionem com o intercâmbio mediúnico, quais sejam, a questão da consciência vigilante ou da
inconsciência sonambúlica durante o transe, os temores inúteis e as suscetibilidades doentias, guiando-se pela fé raciocinada e pelo devotamento aos semelhantes.

Quem se propõe avançar no bem, deve olvidar toda causa de perturbação.

Ainda quando provenha de círculos bem-intencionados, recusar o tóxico da lisonja.

No rastro do orgulho, segue a ruína.

Fugir aos perigos que ameaçam a mediunidade, como sejam a ambição, a ausência de autocrítica, a falta de perseverança no bem e a vaidade com que se julga invulnerável.

O medianeiro carrega consigo os maiores inimigos de si próprio.

“Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.” — Paulo. (I CORÍNTIOS, 12:7.)



Conduta Espírita do Dirigente - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier.

DO DIRIGENTE DE REUNIÕES DOUTRINÁRIAS

Ser atencioso, sereno e compreensivo no trato com os enfermos encarnados e desencarnados, aliando humildade e energia, tanto quanto respeito e disciplina na consecução das próprias tarefas.

Somente a forja do bom exemplo plasma a autoridade moral.

Observar rigorosamente o horário das sessões, com atenção e assiduidade, fugindo de realizar sessões mediúnicas inopinadamente, por simples curiosidade ou ainda para atender a solicitação sem objetivo justo.

Ordem mantida, rendimento avançado.

Em favor de si mesmo e dos corações que se lhe associam à experiência, não se deixar conduzir por excessiva credulidade no trabalho direcional, nem alimentar, igualmente, qualquer prevenção contra pessoas ou assuntos.

Quem se demora na margem, sofre atraso em caminho.

Interdizer a participação de portadores de mediunidade em desequilíbrio nas tarefas sistematizadas de assistência mediúnica, ajudando-os discretamente no reajuste.

Um doente-médium não pode ser um médium-sadio.

Colaborar para que se não criem situações constrangedoras para qualquer assistente, seja ele médium, enfermo ou acompanhante, procurando a paz de todos em
todas as circunstâncias.

O proveito de uma sessão é fruto da paz Impedir, sem alarde, a presença de pessoas alcoolizadas ou excessivamente agitadas nas assembléias doutrinárias, excetuando-se nas tarefas programadas para tais casos.

A caridade não dispensa a prudência.

Esclarecer com bondade quantos se apresentem sob exaltação religiosa ou com excessivo zelo pela própria Doutrina Espírita, à feição de fronteiriços do fanatismo.

O conselho fraterno existe como necessidade mútua.

Desaprovar o emprego de rituais, imagens ou símbolos de qualquer natureza nas sessões, assegurando a pureza e a simplicidade da prática do Espiritismo.

Mais vale um sentimento puro que centenas de manifestações exteriores.

Rejeitar sempre a condição simultânea de dirigente e médium psicofônico, por não poder, desse modo, atender condignamente nem a um nem a outro encargo.

Em qualquer atividade, a disciplina sedimenta o êxito.

Fugir de julgar-se superior somente por estar na cabina de comando.

Não é a posição que exalta o trabalhador, mas sim o comportamento moral com que se conduz dentro dela.

“Como, pois, recebestes o Senhor Jesus -Cristo, assim também andai nele.” — Paulo. (COLOSSENSES, 2:4.)



Conduta Espírita da Mulher - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier

DignidadeDA MULHER

Compenetrar-se do apostolado de guardiã do instituto da família e da sua elevada tarefa na condução das almas trazidas ao renascimento físico.

Todo compromisso no bem é de suma importância no mundo espiritual.

Afastar-se de aparências e fantasias, consagrando-se às conquistas morais que falam de perto à vida imperecível, sem prender-se ao convencionalismo absorvente.

O retorno à condição de desencarnado significa retorno à consciência profunda.

Afinar-se com os ensinamentos cristãos que lhe situam a alma nos serviços da maternidade e da educação, nos deveres da assistência e nas bênçãos da mediunidade santificante.

Quem foge à oportunidade de ser útil engana a si mesmo.

Sentir e compreender as obrigações relacionadas com as uniões matrimoniais do ponto de vista da vida multimilenária do Espírito, reconhecendo a necessidade das provações regenerativas que assinalam a maioria dos consórcios terrestres.

O sacrifício representa o preço da alegria real.

Opor-se a qualquer artificialismo que vise transformar o casamento numa simples ligação sexual, sem as belezas da maternidade.

Junto dos filhos apagam-se ódios, sublima-se o amor e harmonizam-se as almas para a eternidade.

Reconhecer grave delito no aborto que arroja o coração feminino à vala do infortúnio.

Sexo desvirtuado, caminho de expiação.

Preservar os valores íntimos, sopesando as próprias deliberações com prudência e realismo, em seus deveres de irmã, filha, companheira e mãe.

O trabalho da mulher é sempre a missão do amor, estendendo-se ao infinito.

“E, respondendo, disse-lhe Jesus: — Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.” (LUCAS, 10:41 e 42)




Temas da Crítica - Sinal Verde


  • Procure silenciar onde você não possa prestar auxílio.
  • A vida dos outros, qual se afirma na expressão, é realmente dos outros e não nossa.
  • Devo compreender que o erro de outrem, hoje, talvez será o meu amanhã, já que nas trilhas evolutivas da Terra todos somos ainda portadores da natureza humana.
  • O tempo que se emprega na crítica pode ser usado em construção.
  • Toda vez que criticamos alguém, estamos moralmente na obrigação de fazer melhor que esse alguém a tarefa em pauta.
  • Anote: em qualquer tempo e situação os pontos de vista e as oportunidades, os recursos e os interesses, o sentimento e a educação dos outros são sempre muito diversos dos seus.
  • Criticar não resolve, porque o trabalho da criatura é que lhe determina o valor.
  • Quem ama ajuda e desculpa sempre.
  • Não condene, abençoe.
  • Lembre-se: por vezes, basta apenas um martelo para arrasar aquilo que os séculos construíram.
Chico Xavier - Andre Luiz - Sinal Verde

Livro - Evolução em Dois Mundos

Evolucao_Em_Dois_MundosEste é um livro diferente dos anteriores, visto que não conta uma história de forma romanceada, mas sim através de tópicos, separados por temas.

Em sua primeira parte o autor trata do temas: fluido cósmico, corpo espiritual, evolução e sexo, mediunidade, alma e reencarnação, entre outros. Na segunda parte, através de perguntas e respostas, trata de questões como matrimônio e divórcio, gestação frustrada, determinação do sexo e aborto criminoso, entre outros assuntos extremamente relevantes.

Foi escrito em 1958. É o décimo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier



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Livro - E A Vida Continua

Neste livro escrito em 1968, André Luiz narra de forma um pouco diferente da habitual a encantadora e vibrante trajetória de Ernesto, um homem maduro, e Evelina, jovem e bela mulher.

Em 26 capítulos, traz a história de personagens reais que, desencarnados, recebem o amparo dos amigos espirituais, incentivando a renovação através do estudo e do trabalho, preparando-os para rever sua vida e traçar novas diretrizes.

Um livro leve, recomendo a todos. Pode ser lido por qualquer pessoa, espírita ou não, mesmo sem nunca ter lido qualquer livro de André Luiz, visto que não é a continuação de nenhum anterior e é de fácil entendimento de todos.


É o décimo terceiro livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier




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Sexo e Destino - Livro

Em cena, duas famílias desajustadas, tragicamente unidas por sentimentos conflitantes de amor e de ódio, alimentando causas e sofrendo efeitos.

Da obra do Espírito André Luiz, na psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, acontecimentos materiais com a influência dos chamados “mortos” e todo o esforço dos Espíritos de Luz em afastar as pessoas do domínio de obsessores espirituais. Com riqueza de detalhes, a radionovela descreve as conseqüências do sexo e dos relacionamentos amorosos na vida das pessoas e das famílias, passando pela Lei Universal da Reencarnação, além de demonstrar as intervenções boas ou más do Mundo Espiritual e a Justiça de Deus, determinando o futuro de cada um de nós.

Escrito em 1963, é o Décimo segundo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier.




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A radionovela Sexo e Destino, uma iniciativa de Paiva Netto, que reúne, sob a direção artística de Arlete Montenegro, os maiores dubladores de superproduções de Hollywood que imprimem emoção e calor humano aos personagens reais de uma história comovente.

Disponível para compra em diversas lojas.


Ação e Reação - Livro

Escrito em 1957, essa obra dividida em 20 capítulos altamente instrutivos, narra a permanência de três anos de André Luiz e seu companheiro Hilário na “Mansão Paz”, notável escola de reajuste situada nas regiões inferiores da Terra. Apresenta-nos elucidações valiosas acerca dos temas: dor, débito aliviado, lei de causa e efeito, preparativos para a reencarnação, aborto, uso de anticoncepcionais, resgates coletivos e o valor da oração.

O autor mostra-nos que os acontecimentos da atual existência estão vinculados às nossas ações em existências passadas, do mesmo modo que as ações na atualidade condicionarão as ocorrências futuras, de acordo com a Lei de Ação e Reação, à qual todos estamos submetidos.

Considero que o ponto alto do livro está nas suas últimas páginas, em seu final surpreendente, que mostra-nos, mais uma vez, que Deus nunca desampara aqueles que trabalham verdadeiramente em busca da regeneração...

É o nomo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier




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Nos Domínios da Mediunidade - Livro

Nos_Dominios_da_Mediunidade_livro_Andre_luizSaiba o que acontece nos bastidores espirituais que envolvem a mediunidade. Indispensável para participantes de reuniões mediúnicas.

Meditando no amanhã da coletividade terrestre, André Luiz organizou estas ligeiras páginas, em torno da mediunidade, compreendendo a importância, cada vez maior, do intercâmbio espiritual entre as criaturas.




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Escrito em 1954, dividido em 30 capítulos, neste livro são abordados temas como: assimilação de correntes mentais, psicofonia (consciente e sonambúlica), possessão, sonambulismo torturado, desdobramento em serviço, clarividência e clariaudiência, forças viciadas, mandato mediúnico, fascinação, efeitos físicos, mediunidade transviada, entre outros. É uma obra essencial a todos aprendizes espíritas, especialmente aos portadores de faculdades mediúnicas.

É o oitavo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier

Entre a Terra e o Céu - Livro

Entre_a_Terra_e_o_CeuIndispensável para quem quer entender os vínculos familiares e as consequências de nossos atos nas nossas famílias futuras

Neste livro o autor mostra-nos o quão profundas podem ser as origens dos desajustes em família e descreve as lutas cotidianas, comuns a todos nós, buscando sempre o progresso moral.




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André Luiz aborda temas como obsessão, casamento, reencarnação, centros de força, anjos da guarda, desequilíbrios da mente, entre outros, e mostra-nos como, através das relações familiares, podemos resgatar antigos débitos, renovando o entendimento e reerguendo-nos moralmente.

É um livro maravilhoso, recomendo a todos, mesmo os que nunca leram outras obras de André Luiz, pois não se trata de uma continuação de nenhum livro anterior e a história é de fácil entendimento para todos.

É o sétimo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier



Libertação - Livro

Conheça aqui as origens da crença nos infernos e veja uma história emocionante de libertação de um grupo familiar

Nessa obra forte, de 1947, na qual André Luiz descreve com riqueza de detalhes as regiões umbralinas e como acontecem os processos obsessivos. Apresenta-nos um interessante personagem, de nome Gregório, um Espírito que atua como um “Grande Juiz”, cruel e implacável, atuando em uma região infernal... Possui um surpreendente e emocionante desfecho, que mostra-nos como o amor sempre vence...

Obra indispensável a todos que trabalham com desobsessão e doutrinação. Também não recomendo para os iniciantes na Doutrina Espírita.

É o sexto livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier




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No Mundo Maior - Livro

No_Mundo_MaiorEntre todas as informações marcantes desse livro, a narrativa de um aborto do ponto de vista do feto, foi para mim a mais marcante lição desse livro

Neste livro de 1947, dividido em 20 capítulos, André Luiz fala sobre a “psiquiatria iluminada”, abordando temas como epilepsia e esquizofrenia, revelando a importância do conhecimento científico, mas ressaltando sempre a supremacia da terapêutica do amor.

Aborda a complexidade da mente humana e suas inclinações, felizes e infelizes. O poder do amor, a mediunidade torturada, sexo, perdas dolorosas, estranhas enfermidades, psicoses afetivas e alienação mental são assuntos nesta obra que ensina que desespero é enfermidade, revolta é ignorância e perversidade é loucura... Neste livro o autor narra ainda um emocionante reencontro.... É o quinto livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier




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Obreiros da vida eterna - Livro

Obreiros_da_vida_EternaEntenda como funciona a morte para aqueles que trabalham no bem, da ordem, do desligamento ao acompanhamento recebido

Em 20 capítulos André Luiz analisa a experiência dos espíritos no plano espiritual, apresentando o trabalho dos obreiros de Jesus Cristo na assistência cristã, lutando contra as trevas e o sofrimento, fornecendo também notícias das zonas de erraticidade que envolvem a crosta terrestre. Descreve ainda um emocionante encontro com Bezerra de Menezes.

O livro mostra que a morte não modifica milagrosamente o homem, que é fruto de si mesmo, no cumprimento das leis divinas, buscando equilíbrio e evolução. Foi escrito em 1946 e é o quarto livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier.




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“Cumpre-nos declarar que André Luis procurou fornecer algumas notícias das zonas de erraticidade que envolvem a Crosta do mundo, em todas as direções, comentando os quadros emocionais que se transportam do ambiente obscuro para as esferas imediatas às cogitações e paixões humanas; mais uma vez, esclarece que a morte é campo de sequência, sem ser fonte milagreira, que aqui ou além o homem é fruto de si mesmo e que as leis divinas são eternas organizações de justiça e ordem, equilíbrio e evolução”.

(Emmanuel, no prefácio de “Obreiros da Vida Eterna”)

Livro - Missionários da Luz

Eleito o 10º livro mais importante do espiritismo no século XX

Nesse livro,
escrito em 1945, composto de 20 capítulos, André Luiz discorre sobre a continuação do aprendizado na vida espiritual, abordando temas como perispírito, mediunidade e aspectos diversos das manifestações mediúnicas, materialização, sonhos, reencarnação orientada pelos espíritos superiores, obsessão e passes, entre outros.

É um livro complexo e desafiador e creio que seja de difícil compreensão para quem ainda não está familiarizado com os temas espíritas e principalmente à linguagem utilizada por André Luiz, por isso não recomendo para iniciantes.

É o terceiro livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier


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“Se a leitura te assombra, se as afirmativas do Mensageiro te parecem revolucionárias, recorre à oração e agradece ao Senhor o aprendizado, pedindo-lhe te esclareça e ilumine, para que a ilusão não te retenha em suas malhas.”

(Emmanuel - Prefácio de “Missionários da Luz”)

Os Mensageiros

Os MensageirosInteressante a posiçãos dos espíritas fracassados retratada no livro Os mensageiros, verdadeiro chamamento a quem ainda está vestido de carne

Este livro revela que a morte física descortina a vida espiritual em contínua evolução. Em cinqüenta e um capítulos relata as experiências de vários espíritos que reencarnaram com trabalhos programados, necessários aos seus próprios aprimoramentos. Trata ainda de temas como: culto do Evangelho no lar, os benefícios da prática do bem, invigilância e medo da morte. O autor espiritual evidencia a oportunidade de trabalho dos médiuns, alertando-os quanto à necessidade da prática dos ensinamentos na esfera íntima, a fim de se evitar o retorno ao Plano Espiritual sem o cumprimento dos compromissos assumidos. É o segundo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier





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“Desligando-me dos laços inferiores que me prendiam às atividades terrestres, elevado entendimento felicitou-me o espírito. Semelhante libertação, contudo, não se fizera espontânea. Guardava a certeza de que amigos espirituais, abnegados e poderosos, me haviam a auxiliado a alma pobre e imperfeita, na grande transição.”


Coleção - A Vida no Mundo Espiritual

Segundo relatos mediúnicos, André Luiz teria sido, em sua última encarnação, datada do início do século XX, um médico sanitarista brasileiro que morou no Rio de Janeiro (algumas pessoas dizem ser Carlos Chagas. "Habitaria", pelo menos à época em que ditou Nosso Lar a Chico Xavier, a "colônia espiritual" homônima à obra, "situada próxima ao Rio de Janeiro". Há obras de André Luiz posteriores à série que leva seu nome, a exemplo de Respostas da Vida, psicografado por Chico Xavier e publicado em 1976.

Veja também: Audiobook, Chixo Xavier, E-Book, Romances de Emmanuel, Sinopses da Série

Detalhes sobre a coleção nesse vídeo exibido pela FEB: assistir
Clique sobre o um livro para obter mais informações:
1. Nosso lar (1944)
2. Os mensageiros (1944)
3. Missionários da luz (1945)
4. Obreiros da vida eterna (1946)
5. No mundo maior (1947)
6. Libertação (1949)
7. Entre a Terra e o céu (1954)
8. Nos domínios da Mediunidade (1955)
9. Ação e Reação (1957)
10. Evolução em Dois Mundos (1958)
11. Mecanismos da mediunidade (1960)
12. Sexo e destino (1963)
13. E a vida continua... (1968)