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Comparativo, Os Dez Mandamentos, como são e como deveríamos entender


Comparativo, Os Dez Mandamentos, como são e como deveríamos entender, conforme o livro Evolução em Dois Mundos, psicografado por Chico Xavier, do espírito André Luiz.

Eu achei tão instrutivo e tão impressionante que resolvi comparar e fazer uma planilha para agora compartilhar!


Veja no fórum, para baixar esse esquema no formato PDF:





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Conduta Espírita Do Jovem - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier.

DO JOVEM

Moderar as manifestações de excessivo entusiasmo, exercitando-se na ponderação quanto às lutas de cada dia, sem, contudo, deixar-se intoxicar pela circunspecção sistemática ou pela sombra do pessimismo.

O culto da temperança afasta o desequilíbrio.

Anotar a extensão das suas forças, consultando sempre os corações mais amadurecidos no aprendizado terrestre, sobre as diretrizes e os passos fundamentais da própria existência, prevenindo-se contra prováveis desvios.

Invigilância conservada, desastre certo.

Guardar persistência e uniformidade nas atitudes, sem dispersar possibilidades em múltiplas tarefas simultâneas, para que não fiquem apenas parcialmente executadas.

Inconstância e indisciplina são portas de frustração.

Abster-se do mergulho inconsciente nas atividades de caráter festivo, evitando, outrossim, o egoísmo doméstico que inspire a deserção do trabalho de ordem geral.

A imprudência constrói o desajuste, o desajuste cria o extremismo e o extremismo gera a perturbação.

Apagar intenções estranhas aos deveres de humanidade e ao aperfeiçoamento moral de si mesmo.

A insinceridade ilude, primeiramente, aquele que a promove.

Buscar infatigavelmente equilíbrio e discernimento na sublimação das próprias tendências, consolidando maturidade e observação no veículo físico, desde os primeiros dias da mocidade, com vistas à vida perene da alma.

Os compromissos assumidos pelo Espírito reencarnante têm começo no momento da concepção.

“Foge também aos desejos da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor”. — Paulo. (II TIMÓTEO, 2:22)



Conduta Espírita no Lar - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier

NO LAR

Começar na intimidade do templo doméstico a exemplificação dos princípios que esposa, com sinceridade e firmeza, uniformizando o próprio procedimento, dentro e fora dele.

Fé espírita no clima da família, fonte do Espiritismo no campo social.

Calar todo impulso de cólera ou violência, amoldando-se ao Evangelho de modo a estabelecer a harmonia em si mesmo, perante os outros.

A humildade constrói para a Vida Eterna.

Proporcionar às crianças os fundamentos de uma educação sólida e bem orientada, sem infundir- -lhes medo ou fantasias, começando por dar-lhes nomes simples e naturais, evitando a pompa dos nomes famosos, suscetíveis de lhes criar embaraços futuros.

O lar é a escola primeira.

Sempre que possível, converter o santuário familiar em dispensário de socorro aos menos felizes, pela aplicação daquilo que seja menos necessário à mantença doméstica.

A Seara do Cristo não tem fronteira.

Se está sozinho com a sua fé, no recesso do próprio lar, deve o espírita atender fielmente ao testemunho de amor que lhe cabe, lembrando-se de que responderá, em
qualquer tempo, pelos princípios que abraça.

A ribalta humana situa-nos sempre no papel que devamos desempenhar.

Ao menos uma vez por semana, formar o culto do Evangelho com todos aqueles que lhe co-participam da fé, estudando a verdade e irradiando o bem, através de preces e comentários em torno da experiência diária à luz dos postulados espíritas.

Quem cultiva o Evangelho em casa, faz da própria casa um templo do Cristo.

Evitar o luxo supérfluo nos aposentos, objetos e costumes, imprimindo em tudo características de naturalidade, desde os hábitos mais singelos até os pormenores
arquitetônicos da própria moradia.

Não há verdadeiro clima espírita cristão, sem a presença da simplicidade conosco.

“Aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família e a recompensar seus pais, porque isto é bom e agradável diante de Deus.” — Paulo. (I TIMÓTEO, 5:4.)



Conduta Espírita do Médium - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier.

DO MÉDIUM

Esquivar-se à suposição de que detém responsabilidades ou missões de avultada transcendência, reconhecendo-se humilde portador de tarefas comuns, conquanto graves e importantes como as de qualquer outra pessoa.

O seareiro do Cristo é sempre servo, e servo do amor.

No horário disponível entre as obrigações familiares e o trabalho que lhe garante a subsistência, vencer os imprevistos que lhe possam impedir o comparecimento às sessões, tais como visitas inesperadas, fenômenos climatéricos e outros motivos, sustentando lealdade ao próprio dever.

Sem euforia íntima não há exercício mediúnico produtivo.

Preparar a própria alma em prece e meditação, antes da atividade mediúnica, evitando, porém, concentrar-se mentalmente para semelhante mister durante as explanações doutrinárias, salvo quando lhe caibam tarefas especiais concomitantes, a fim de que não se prive do ensinamento.

A oração é luz na alma refletindo a Luz Divina.

Controlar as manifestações mediúnicas que veicula, reprimindo, quanto possível, respiração ofegante, gemidos, gritos e contorções, batimentos de mãos e pés ou quaisquer gestos violentos.

O medianeiro será sempre o responsável direto pela mensagem de que se faz portador.

Silenciar qualquer prurido de evidência pessoal na produção desse ou daquele fenômeno.

A espontaneidade é o selo de crédito em nossas comunicações com o Reino do Espírito.

Mesmo indiretamente, não retirar proveito material das produções que obtenha.

Não há serviço santificante na mediunidade vinculada a interesses inferiores.

Extinguir obstáculos, preocupações e impressões negativas que se relacionem com o intercâmbio mediúnico, quais sejam, a questão da consciência vigilante ou da
inconsciência sonambúlica durante o transe, os temores inúteis e as suscetibilidades doentias, guiando-se pela fé raciocinada e pelo devotamento aos semelhantes.

Quem se propõe avançar no bem, deve olvidar toda causa de perturbação.

Ainda quando provenha de círculos bem-intencionados, recusar o tóxico da lisonja.

No rastro do orgulho, segue a ruína.

Fugir aos perigos que ameaçam a mediunidade, como sejam a ambição, a ausência de autocrítica, a falta de perseverança no bem e a vaidade com que se julga invulnerável.

O medianeiro carrega consigo os maiores inimigos de si próprio.

“Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.” — Paulo. (I CORÍNTIOS, 12:7.)



Conduta Espírita do Dirigente - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier.

DO DIRIGENTE DE REUNIÕES DOUTRINÁRIAS

Ser atencioso, sereno e compreensivo no trato com os enfermos encarnados e desencarnados, aliando humildade e energia, tanto quanto respeito e disciplina na consecução das próprias tarefas.

Somente a forja do bom exemplo plasma a autoridade moral.

Observar rigorosamente o horário das sessões, com atenção e assiduidade, fugindo de realizar sessões mediúnicas inopinadamente, por simples curiosidade ou ainda para atender a solicitação sem objetivo justo.

Ordem mantida, rendimento avançado.

Em favor de si mesmo e dos corações que se lhe associam à experiência, não se deixar conduzir por excessiva credulidade no trabalho direcional, nem alimentar, igualmente, qualquer prevenção contra pessoas ou assuntos.

Quem se demora na margem, sofre atraso em caminho.

Interdizer a participação de portadores de mediunidade em desequilíbrio nas tarefas sistematizadas de assistência mediúnica, ajudando-os discretamente no reajuste.

Um doente-médium não pode ser um médium-sadio.

Colaborar para que se não criem situações constrangedoras para qualquer assistente, seja ele médium, enfermo ou acompanhante, procurando a paz de todos em
todas as circunstâncias.

O proveito de uma sessão é fruto da paz Impedir, sem alarde, a presença de pessoas alcoolizadas ou excessivamente agitadas nas assembléias doutrinárias, excetuando-se nas tarefas programadas para tais casos.

A caridade não dispensa a prudência.

Esclarecer com bondade quantos se apresentem sob exaltação religiosa ou com excessivo zelo pela própria Doutrina Espírita, à feição de fronteiriços do fanatismo.

O conselho fraterno existe como necessidade mútua.

Desaprovar o emprego de rituais, imagens ou símbolos de qualquer natureza nas sessões, assegurando a pureza e a simplicidade da prática do Espiritismo.

Mais vale um sentimento puro que centenas de manifestações exteriores.

Rejeitar sempre a condição simultânea de dirigente e médium psicofônico, por não poder, desse modo, atender condignamente nem a um nem a outro encargo.

Em qualquer atividade, a disciplina sedimenta o êxito.

Fugir de julgar-se superior somente por estar na cabina de comando.

Não é a posição que exalta o trabalhador, mas sim o comportamento moral com que se conduz dentro dela.

“Como, pois, recebestes o Senhor Jesus -Cristo, assim também andai nele.” — Paulo. (COLOSSENSES, 2:4.)



Conduta Espírita da Mulher - André Luiz

Trecho do livro Conduta Espírita de André Luiz, psicografia de Chico Xavier

DignidadeDA MULHER

Compenetrar-se do apostolado de guardiã do instituto da família e da sua elevada tarefa na condução das almas trazidas ao renascimento físico.

Todo compromisso no bem é de suma importância no mundo espiritual.

Afastar-se de aparências e fantasias, consagrando-se às conquistas morais que falam de perto à vida imperecível, sem prender-se ao convencionalismo absorvente.

O retorno à condição de desencarnado significa retorno à consciência profunda.

Afinar-se com os ensinamentos cristãos que lhe situam a alma nos serviços da maternidade e da educação, nos deveres da assistência e nas bênçãos da mediunidade santificante.

Quem foge à oportunidade de ser útil engana a si mesmo.

Sentir e compreender as obrigações relacionadas com as uniões matrimoniais do ponto de vista da vida multimilenária do Espírito, reconhecendo a necessidade das provações regenerativas que assinalam a maioria dos consórcios terrestres.

O sacrifício representa o preço da alegria real.

Opor-se a qualquer artificialismo que vise transformar o casamento numa simples ligação sexual, sem as belezas da maternidade.

Junto dos filhos apagam-se ódios, sublima-se o amor e harmonizam-se as almas para a eternidade.

Reconhecer grave delito no aborto que arroja o coração feminino à vala do infortúnio.

Sexo desvirtuado, caminho de expiação.

Preservar os valores íntimos, sopesando as próprias deliberações com prudência e realismo, em seus deveres de irmã, filha, companheira e mãe.

O trabalho da mulher é sempre a missão do amor, estendendo-se ao infinito.

“E, respondendo, disse-lhe Jesus: — Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.” (LUCAS, 10:41 e 42)




Chico Xavier - Trailer do filme de Daniel Filho


Trailer

Em fevereiro, inicia em Minas Gerais pesquisa para um novo projeto do diretor Daniel Filho, coordenador da "Globo Filmes": filmar a vida do médium Chico Xavier. “Não sou espírita, nem católico. Sou materialista. Estou mais para física quântica que para espiritualismo. Mas a insistência dos espíritas para que fizesse o filme me comoveu. É a história interessante de um homem abnegado, um tema que merece atenção”, explica.

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Daniel conheceu pessoalmente o médium mineiro. “Chico Xavier é um dos homens mais importantes do Brasil. Vou mostrar o ser humano, o homem que tem aura, que puxa para si a responsabilidade de paz e de espiritualidade, no sentido de paternidade. Quero manter o respeito que os brasileiros têm por esse homem humilde, que disse que só queria ir embora quando o povo estivesse feliz. Por coincidência, morreu aos 92 anos, no dia em que o Brasil ganhou a Copa do Mundo de 2002”, observa.

Para ele, o melhor momento do cinema é a hora de filmar. “O resto é trabalho”, diz. Daniel compara o cinema à música, a direção à regência de orquestra. O mais importante, na opinião dele, é a boa história. Por isto, justifica, a escolha pela biografia do médium, baseada no livro "As Vidas de Chico Xavier", de Marcel Souto Maior.

João Carlos Daniel, filho único de pais artistas, começou ainda criança trabalhando em circo, e não parou mais. Fez de tudo – foi ator, diretor, produtor e criador de programas e novelas – até se tornar um dos homens mais importantes da televisão do país. “Não fui criado pela Globo, sou um dos criadores dela”, afirma, com orgulho. Aos 71 anos, Daniel experimenta momento especialmente feliz. “Sempre quis viver de cinema e estou tendo essa possibilidade. Apesar de acharem meus filmes antigos, rejuvenesci. A vida tem jeito depois dos 60”, brinca. Jogando em várias posições, ele participou de quase 40 filmes, projetos desenvolvidos desde 1999. Estima-se que essas produções bateram a casa dos 9 milhões de espectadores.

Daniel dirigiu Se eu fosse você 1 e 2. Foi ele quem reuniu os atores Glória Pires e Tony Ramos, que nunca tinham trabalhado juntos na telona. Têm o dedo dele trabalhos indicados ao Oscar, como o longa Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, do qual foi co-produtor. A lista de sucessos é grande: 2 filhos de Francisco, Auto da Compadecida, Carandiru e Vinicius, para ficar nos títulos mais conhecidos. “Amo cinema como um todo. Sou fã, rato de cinema – não de cinemateca. Fazer televisão foi só uma forma de pagar as contas”, afirma.

Resenha do site www.partidaechegada.com

Retrato de Mãe

RetratoDeMae-MariaDeNazare
"Amo-te, filho meu, amo-te e quero
Ver-te, de novo, a vida
Maravilhosamente revestida
De paz e luz, de fé e elevação...
Virás comigo à Terra,
perderás, pouco a pouco, o ânimo violento,
Terás o coração
Nas águas de bendito esquecimento.
Numa nova existência de esperança,
Levar-te-ei comigo
A remansoso abrigo,
Dar-te-ei outra mãe! Pensa e descansa!...


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E Judas, nesse instante,
Como quem olvidasse a própria dor gigante
Ou como quem se desagarra
De pesadelo atroz,
Perguntou: - quem sois vós
Que me falais assim, sabendo-me traidor?
Sois divina mulher, irradiando amor
Ou anjo celestial de quem pressinto a luz?!...
No entanto, ela a fitá-lo, frente a frente,
Respondeu simplesmente:
_ Meu filho, eu sou Maria, sou a mãe de Jesus".

(Anuário Espírita 1996. IDE)

Nascer e Renascer - Emmanuel

Nascer-e-Renascer-Emmanuel-Chico-XavierA indagação, quanto às causas do sofrimento humano, se faz agora universal.

Por que tamanha expansão da violência, por que tantos processos de angústia, tantos acidentes e tantas provações individuais e coletivas?

Entretanto, apesar de semelhantes percalços, o progresso avança, permanecendo sob a responsabilidade dos próprios homens a explosão ou a abstenção de novas guerras que unicamente prejudicam aos próprios homens e lhes dilapidam os interesses.

Reportando-nos, porém, ao sofrimento, será justo lembrar, neste entardecer do segundo milênio da Era Cristã, os conflitos cruéis, as perseguições, os séculos de escravidão do homem, na exploração e no rebaixamento do próprio homem, a conquista sanguinolenta de povos laboriosos e pacíficos, a rapinagem sobre comunidades indefesas, a pirataria impune ao longo dos mares, as fogueiras do ódio, em nome da fé, eliminando vidas preciosas, o banditismo afidalgado e os múltiplos delitos que injuriaram a dignidade humana nos dez últimos séculos, e perguntemos a nós mesmos como deveriam ser os frutos de nossa própria sementeira.




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Não nos referimos, no entanto, a esses registros a fim de salientar o pessimismo. Ao revés disso, aspiramos a exaltar o Amor Infinito de Deus que nos permite nascer e renascer, tantas vezes quantas se façam necessárias ao nosso próprio burilamento, já que, em sã consciência, desejamos construir ou reconstruir os nossos próprios destinos por nós mesmos.

Conservemos a alegria da esperança, trabalhando e servindo sempre. Aceitemos as provas que se nos façam precisas ao aperfeiçoamento próprio, sanando os débitos que nos dizem respeito, assumindo as nossas experiências e sigamos adiante.

A fim de refletirmos, de leve, nos temas inúmeros da reencarnação, é que te ofertamos este livro para nossos diálogos no assunto, lembrando não só Allan Kardec, na legenda inesquecível que nos deixou: “Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei”, mas igualmente Jesus Cristo, o nosso Divino Mestre, quando nos asseverou, convincente: - Ninguém alcançará o Reino de Deus se não nascer de novo.


Recomendação e links enviados por nosso confrade Aureliano.

Temas da Crítica - Sinal Verde


  • Procure silenciar onde você não possa prestar auxílio.
  • A vida dos outros, qual se afirma na expressão, é realmente dos outros e não nossa.
  • Devo compreender que o erro de outrem, hoje, talvez será o meu amanhã, já que nas trilhas evolutivas da Terra todos somos ainda portadores da natureza humana.
  • O tempo que se emprega na crítica pode ser usado em construção.
  • Toda vez que criticamos alguém, estamos moralmente na obrigação de fazer melhor que esse alguém a tarefa em pauta.
  • Anote: em qualquer tempo e situação os pontos de vista e as oportunidades, os recursos e os interesses, o sentimento e a educação dos outros são sempre muito diversos dos seus.
  • Criticar não resolve, porque o trabalho da criatura é que lhe determina o valor.
  • Quem ama ajuda e desculpa sempre.
  • Não condene, abençoe.
  • Lembre-se: por vezes, basta apenas um martelo para arrasar aquilo que os séculos construíram.
Chico Xavier - Andre Luiz - Sinal Verde

Bíblia do Caminho


“O Caminho” é uma compilação das obras completas de Allan Kardec e Francisco Cândido Xavier, além de uma versão do Antigo e Novo Testamentos no formato HIPERTEXTO. Este livro eletrônico é uma verdadeira biblioteca espírita digital on-line, constituído de uma coleção de livros virtuais inter-relacionados e um Índice Temático Principal — poderosa ferramenta de busca por assuntos, nos mais de mil temas disponíveis para pesquisa.

Veja também:

"É uma questão de tempo a vulgarização universal do Espiritismo e neste século o tempo marcha a passo de gigante, sob a impulsão do progresso" — Allan Kardec (Obras Póstumas - 1ª Parte)

Com a finalidade de ampliar a divulgação desse programa, enquanto estiver sendo oferecido gratuitamente, ficaremos muito gratos se pudermos contar com novas contribuições para sustentar o serviço de publicidade realizado pelo Google. Os interessados deverão entrar em contato com o Grupo Espírita Cairbar Schutel de Uberaba, pelo e-mail cairbargrupoespirita@hotmail.com

Auxilie a divulgação desse livro eletrônico fornecendo uma cópia do instalador aos amigos que não dispõem da Internet ou que possuam apenas dial-up. (Para utilizar esse e-book não há necessidade de possuir qualquer tipo de conexão com a Internet, exceto para os links externos; ele funciona bem até em computadores mais antigos).

Conheça a Bíblia Espírita no site http://bibliadocaminho.com.br

Livro - Parnaso de Além-Túmulo

Parnaso de Além-TúmuloParnaso de Além-Túmulo foi o primeiro livro psicografado por Francisco Cândido Xavier, lançado em 1932.

Parnaso, que significa antologia, coletânea de poesias, trouxe na sua primeira edição um conjunto de 60 poemas atribuídos a 14 poetas brasileiros - Augusto dos Anjos, Auta de Souza, Bittencourt Sampaio, Casimiro de Abreu, Casimiro Cunha, Castro Alves, Cruz e Sousa, Pedro de Alcântara e Sousa Caldas -, quatro portugueses - Antero de Quental, Guerra Junqueiro, João de Deus e Júlio Diniz - e um poeta anônimo denominado "Um desconhecido".

A cada edição, porém, o livro foi incorporando novas composições e novos poetas, até que em sua 6ª edição em 1955, estabilizou-se com 259 poemas atribuídos a 56 autores que se manifestaram através do médium, com suas características e estilos próprios, alguns inconfundíveis.

Foi grande o rebuliço causado na época. Uns, lançavam palpites de que Chico era leitor compulsivo, dono de memória prodigiosa, que incorporava o estilo dos poetas inconscientemente. Outros o tratavam por esquizofrénico e, alguns mais ferinos, defendiam que o livro era uma jogada de marketing da parte de Chico Xavier para chamar a atenção. Há, porém, um detalhe: quando o livro foi lançado o médium tinha 21 anos, apenas a 4ª série primária e não demonstrava dotes intelectuais necessários.

Chico Xavier além de afirmar que a autoria dos poemas não lhe pertencia, reverteu todos os direitos autorias para a Federação Espírita Brasileira. Repetia sempre que a obra era lavra dos espíritos. Em trecho escrito na introdução do livro, Chico descreveu seu "ambiente sobrecarregado de trabalho para angariar o pão quotidiano, onde não se pode pensar em letras" e que nunca teve intenção de fazer nome. Afirmava também que nunca pôde aprender senão alguns rudimentos de aritmética, história e vernáculo.

O escritor Humberto de Campos, em artigo publicado no Jornal Diário Carioca, edição do dia 10 de Julho de 1932, identificou nos versos psicografados por Chico, o estilo frouxo e ingénuo de Casimiro Cunha, largo e sonoro de Castro Alves, filosófico e profundo de Augusto dos Anjos. No parágrafo final do artigo, Humberto desafiou os rivais do outro mundo: "Venham fazer concorrência em cima da terra, com o arroz e o feijão pela hora da vida. Do contrário não vale". Dois anos depois, desencarnou. A segunda edição do Parnaso de Além-Túmulo exibia na introdução um artigo com sua assinatura, acompanhada de uma ressalva entre parênteses: espírito. Na certa, já não achava que seria uma desleal concorrência entre vivos e mortos.

Livro - Evolução em Dois Mundos

Evolucao_Em_Dois_MundosEste é um livro diferente dos anteriores, visto que não conta uma história de forma romanceada, mas sim através de tópicos, separados por temas.

Em sua primeira parte o autor trata do temas: fluido cósmico, corpo espiritual, evolução e sexo, mediunidade, alma e reencarnação, entre outros. Na segunda parte, através de perguntas e respostas, trata de questões como matrimônio e divórcio, gestação frustrada, determinação do sexo e aborto criminoso, entre outros assuntos extremamente relevantes.

Foi escrito em 1958. É o décimo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier



Veja também:


Livro - E A Vida Continua

Neste livro escrito em 1968, André Luiz narra de forma um pouco diferente da habitual a encantadora e vibrante trajetória de Ernesto, um homem maduro, e Evelina, jovem e bela mulher.

Em 26 capítulos, traz a história de personagens reais que, desencarnados, recebem o amparo dos amigos espirituais, incentivando a renovação através do estudo e do trabalho, preparando-os para rever sua vida e traçar novas diretrizes.

Um livro leve, recomendo a todos. Pode ser lido por qualquer pessoa, espírita ou não, mesmo sem nunca ter lido qualquer livro de André Luiz, visto que não é a continuação de nenhum anterior e é de fácil entendimento de todos.


É o décimo terceiro livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier




Veja também:


Sexo e Destino - Livro

Em cena, duas famílias desajustadas, tragicamente unidas por sentimentos conflitantes de amor e de ódio, alimentando causas e sofrendo efeitos.

Da obra do Espírito André Luiz, na psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, acontecimentos materiais com a influência dos chamados “mortos” e todo o esforço dos Espíritos de Luz em afastar as pessoas do domínio de obsessores espirituais. Com riqueza de detalhes, a radionovela descreve as conseqüências do sexo e dos relacionamentos amorosos na vida das pessoas e das famílias, passando pela Lei Universal da Reencarnação, além de demonstrar as intervenções boas ou más do Mundo Espiritual e a Justiça de Deus, determinando o futuro de cada um de nós.

Escrito em 1963, é o Décimo segundo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier.




Veja também:


A radionovela Sexo e Destino, uma iniciativa de Paiva Netto, que reúne, sob a direção artística de Arlete Montenegro, os maiores dubladores de superproduções de Hollywood que imprimem emoção e calor humano aos personagens reais de uma história comovente.

Disponível para compra em diversas lojas.


Ação e Reação - Livro

Escrito em 1957, essa obra dividida em 20 capítulos altamente instrutivos, narra a permanência de três anos de André Luiz e seu companheiro Hilário na “Mansão Paz”, notável escola de reajuste situada nas regiões inferiores da Terra. Apresenta-nos elucidações valiosas acerca dos temas: dor, débito aliviado, lei de causa e efeito, preparativos para a reencarnação, aborto, uso de anticoncepcionais, resgates coletivos e o valor da oração.

O autor mostra-nos que os acontecimentos da atual existência estão vinculados às nossas ações em existências passadas, do mesmo modo que as ações na atualidade condicionarão as ocorrências futuras, de acordo com a Lei de Ação e Reação, à qual todos estamos submetidos.

Considero que o ponto alto do livro está nas suas últimas páginas, em seu final surpreendente, que mostra-nos, mais uma vez, que Deus nunca desampara aqueles que trabalham verdadeiramente em busca da regeneração...

É o nomo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier




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Nos Domínios da Mediunidade - Livro

Nos_Dominios_da_Mediunidade_livro_Andre_luizSaiba o que acontece nos bastidores espirituais que envolvem a mediunidade. Indispensável para participantes de reuniões mediúnicas.

Meditando no amanhã da coletividade terrestre, André Luiz organizou estas ligeiras páginas, em torno da mediunidade, compreendendo a importância, cada vez maior, do intercâmbio espiritual entre as criaturas.




Veja também:

Escrito em 1954, dividido em 30 capítulos, neste livro são abordados temas como: assimilação de correntes mentais, psicofonia (consciente e sonambúlica), possessão, sonambulismo torturado, desdobramento em serviço, clarividência e clariaudiência, forças viciadas, mandato mediúnico, fascinação, efeitos físicos, mediunidade transviada, entre outros. É uma obra essencial a todos aprendizes espíritas, especialmente aos portadores de faculdades mediúnicas.

É o oitavo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier

Entre a Terra e o Céu - Livro

Entre_a_Terra_e_o_CeuIndispensável para quem quer entender os vínculos familiares e as consequências de nossos atos nas nossas famílias futuras

Neste livro o autor mostra-nos o quão profundas podem ser as origens dos desajustes em família e descreve as lutas cotidianas, comuns a todos nós, buscando sempre o progresso moral.




Veja também:

André Luiz aborda temas como obsessão, casamento, reencarnação, centros de força, anjos da guarda, desequilíbrios da mente, entre outros, e mostra-nos como, através das relações familiares, podemos resgatar antigos débitos, renovando o entendimento e reerguendo-nos moralmente.

É um livro maravilhoso, recomendo a todos, mesmo os que nunca leram outras obras de André Luiz, pois não se trata de uma continuação de nenhum livro anterior e a história é de fácil entendimento para todos.

É o sétimo livro da série "A vida no mundo espiritual" ditado por André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier